Resumo Filosofia – 2º Bimestre

Professor: Tarso Menezes De Melo

DESCARTES: o conhecimento está no sujeito

– Dualista: separa o sujeito do objeto = processo de constituição do saber.

– Idealista: o detentor do conhecimento é o sujeito, através de suas idéias.

E usa o mundo real como demonstração que suas idéias existem verdadeiramente.

– Subjetivismo: como o conhecimento está no sujeito, o seu pensamento contém os critérios que permitirão estabelecer algo como verdadeiro. Se passarem por esses critérios a sua realidade está assegurada.

– Representação: é quando finalmente encontramos algo racional, assim leva a crer que os seus conteúdos correspondem a realidade existente.

 

Método: causa/efeito

– acumulo de dúvida (ceticismo metodológico).

– uso da matemática: pois ela possui a evidencia que é a prova de que a razão humana é compatível com a verdade, e também possui a lógica que são as regras que estão em nosso pensamento.

 

Utiliza 4 regras que vão se inspirar na matemática para buscar a causa da certeza e então aplicá-las em todos os objetos.

– Clareza e distinção: busca no meu espírito coisas que estão claras, que não consigo mais colocá-las em dúvida.

– Análise: divido elas em quantas partes forem necessárias para ficarem claras.

– Ordem:entendo estas parte separadas das mais simples para as mais difíceis e depois a relação entre elas.

– Enumeração: junto todas estas partes para obter a totalidade de novo.

 

‘’eu penso, logo existo’’ -> Isso porque para Descartes a única certeza que se podia ter era que ele podia duvidar e no momento que ele duvidava, ele estava pensando, e se ele pensa, nem que seja só naquele momento, ele existe.

 

HUME: o conhecimento vem do objeto

Ele é cético, empirista e tenham princípios iluministas.

Não é porque o conhecimento vem do objeto que o sujeito não existe, mas quer dizer que o sujeito é apenas um feixe de percepções. Através da pensamento indutivo ele tira do objeto as características universalizáveis.

 

KANT: o conhecimento não vem somente do objeto, nem somente do sujeito.

Sujeito e Objeto existem quando se relacionam, mais estuda eles separadamente.

-empirista, racionalista e iluminista.

 

1)Critica da razão pura: o que posso saber?

 

Conhecimento a posteriori: depende da experiência: ‘’ a porta azul está aberta’’, são características particulares.

Conhecimento a priori: autônoma com a experiência, sempre vai ser uma característica geral, sempre necessária e universal.

 

Juízo analítico: não acrescenta nada ao objeto ‘’ o triangulo possui 3 lados’’

Juízo sintético: junta elementos e produzem conhecimentos novos ‘’ o triangula é um forma geométrica’’.

 

PORTANTO, ele segue com o juízo sintético a priori, pois é a verdadeira teoria do conhecimento, são universais e necessários e fazem progredir o conhecimento.

 

Conhecimento: é constituído por sínteses dada pela intuição sensível (empírico) espaço-temporal mediante as categorias apriorísticas (entendimento) que organizam o conteúdo adivinho da percepção.

Assim passa a conhecer o fenômeno do objeto, ou seja, o que ele representa para o sujeito, e não seu numeno, ou seja, a coisa em si.

 

2) Critica da razão prática: o que devo saber? Leis universais da moral.

Elimina da filosofia moral, qualquer conhecimento empírico, ou seja, da experiência.

Cria os imperativos categóricos: devemos agir para que uma máxima nossa tenha ao mesmo tempo valor de lei moral, ou seja, devemos agir para uma vontade nossa ser universalizada.

Esses imperativos categóricos são normas racionalizadas.

Só poderão ser compreendias se o homem abstrair seus interesses imediatos e agir com boa vontade. Então a boa vontade passa a ser o fundamento dos imperativos categóricos.

Se não agiu por uma vontade sua própria para realizar o dever, não agiu moralmente bem.

 

3) Critica da faculdade juízo: o que posso esperar.    -> NÃO ENTENDI ISSO! hahaha

Teológicas: finalidade do objeto, sentimento de prazer

Estéticas: finalidade do sujeito, sentimento de eficácia diante o objeto.

 

O conjunto das 3 criticas respondem: o que é o homem!

 

HEGEL: diz que o Kant está certo, mais errou quando separou o objeto e o sujeito de sua relação, ou seja, o que esta errado em Kant é sua dicotomia, pois Hegel diz que há uma interligação entre os dois.

 

‘’O que é racional é real, e o que é real é racional’’, ou seja, eles possuem a mesma natureza, o absoluto está nessa relação, não há como comprovar na experiência, somente podemos compreender nas relações.]

Dialética: temos uma ‘’verdade’’ sobre algo (tese), ai vem alguém que discorda dessa verdade (antítese) e ao invés de acolher um só como certo, pegaremos o que há de melhor e mais racional em cada um e faremos uma síntese. Essa síntese, automaticamente se transformará em outra tese, que será combatida por uma antítese e formará outra síntese. É assim que novas verdades vão se formando ao longo dos anos, e por isso não podemos compreender o mundo fora da história, pois cada geração tem sua própria verdade.

O pensamento se transforma (dialética) conforme vou conhecendo o objeto.

Antes do conhecimento já possuímos conceitos e o progresso do conhecimento faz transformar algo em universal.

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